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Terrorismo e relações internacionais Argemiro ProcópioSOBRE O AUTOR Resumos Análise do terrorismo como variável das relações internacionais. Refere-se o fenômeno aos atentados sofridos pelos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. Considera-se a reação norte-americana e os bombardeios do Afeganistão como estratégia inadequada de combate ao terrorismo, por desconsiderar suas causas, que repousam nas desigualdades entre as nações e nos descontentamentos sociais. Terrorismo; Ordem Internacional; Relações Internacionais Analysis of the terrorism as a variable of international relations. It refers the phenomenon of the attacks suffered by United States on the 11th of September of 2001. It considers the North American reaction and the attacks to Afghanistan a inadequate strategy to combat terrorism, for disrespect its causes, that rest in the inequalities among the nations and the social dissatisfactions. Terrorism; International Order; International Relations ROTAS DE INTERESSE Terro...
Autor: Paulo Endo Publish Year: 2001 Pretende-se examinar o papel da analogia no pensamento freudiano, através de um período fértil e tumultuado do movimento psicanalítico, marcado pela intensificação das divergências entre Freud e seu dileto (Jung), e também pelo crescimento do movimento da psicanálise aplicada entre Freud e seus discípulos e pelo trabalho analítico daquele que é, talvez, o mais importante caso clínico escrito por Freud: o caso do Homem dos Lobos. Comentários Crônica de um fim anunciado: o debate entre Freud e Jung https://www.scielo.br/j/agora/a/wBPr7TMcnDYkRjRV465FDmy Pode-se perceber que, na origem da psicanálise, a teoria tóxica da libido ocupa um lugar essencial e é exatamente a hipótese substancialista da libido um dos pontos de contato entre … Autor: Kátia Mariás Pinto Publish Year: 2007 Ausente: SCIELO- FREUDDeve incluir: SCIELO- FREUD Imagens de Scielo- Freud e Jung bing.com/images Resultado de imagem para Scielo- Freud e Jung. Tamanho: 174 x 185. Fonte: ww...

SYLVIA ROMANO O CEREBRO E O PENSAMENTO

  O cérebro e o pensamento *     Georges Canguilhem     É certo que cada um de nós se envaidece por ser capaz de pensar, e muitos até gostariam de saber como é possível que pensem como de fato pensam. Ao que tudo indica, entretanto, essa questão já deixou manifestamente de ser puramente teórica, pois parece-nos que um número cada vez maior de poderes estão se interessando em nossa faculdade de pensar. E se, portanto, procuramos saber como é que nós pensamos do modo como o fazemos, é para nos defender contra a incitação sorrateira ou declarada a pensar como querem que pensemos. Com efeito, muitos se interrogam a respeito dos manifestos de alguns círculos políticos a res-peito de certos métodos de psicoterapia dita comportamental e a respeito dos relatórios de certas empresas de informática. Eles acreditam estar discernindo aí a virtualidade de uma extensão programada de técnicas que objetivam, em última análise, a normatização do pensamento. Para simplificar sem,...